Na primeira poesia, vemos o real sentido expresso no quadro, o quadro não fala, como soltar pipa ou induzir a essa prática, mas sim, um sentido de liberdade. Nós devemos dar asas aos nossos sonhos, devemos sonhar alto, dar asas à imaginação e deixar as preocupações de lado.
Na segunda, nós vemos uma tela, que retrata um ponto de ônibus, onde podemos ver uma certa ansiedade por parte das pessoas, e na poesia isso é retratado muito bem, não só a ansiedade, mas também, a preocupação para não chegar atrasado, a vontade de ver os entes queridos entre outras coisas.
Na terceira, já vemos pela pintura sobre a região que ela fala, a mistura de raças, e o ritmo que da título à pintura, onde na poesia é descrito o processo de dança e o local, o jeito de dançar, e o sentimento de alegria dos participantes da festa.
No quarto quadro vemos umas mulheres, na rua, no período da noite, quadro que praticamente, não seria compreendido se não houvesse a poesia, pois podiam ser simplismente, mulheres passeando na rua, mas com a poesia percebemos que essas mulheres estão na verdade é se vendendo, os carros passam e avaliam qual vão escolher, como se fosse um produto qualquer e nem ligam se vão haver consequências, e essa é infelismente uma realidade, presente até em nosso próprio país.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
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